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Monday, October 8, 2007
Nomear É PoderDuas manchetes (são do Globo, poderiam ser praticamente de qualquer outro jornal brasileiro):
Por outro lado, Che era um líder revolucionário em operações de guerra contra um governo constituído. Entretanto, quando esse governo captura esse insurgente e o mata, não é execução, é assassinato. Execução foi o marginal que matou o dublê. Faz sentido pra vocês? * * * Pra ficar claro: chamar a morte do Che de execução não implica concordar com a atitude do governo boliviano ou desmerecer sua luta revolucionária. É uma simples constatação que ele não foi morto por bandidos ou em uma briga de bar, mas por um Exército formalmente constituído em uma situação de guerra.
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EpitáfioAqui, nesse endereço, viveu e brincou o blog Liberal Libertário Libertino (4 de março de 2003 – 3 de fevereiro de 2008). Atualmente, o blog pode ser lido diariamente em interney.net/blogs/lll Visite também o site pessoal do autor: alexcastro.com.br
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