permalink do artigo abaixo
Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro
A partir de hoje, meu livro de contos, Onde Perdemos Tudo, está à venda pela internet.
O livro tem 120 páginas e é composto por 5 contos, todos sobre o tema comum de perda. Eu considero o primeiro conto, A Morte do Meu Cachorro, a melhor coisa que já escrevi.
O ebook, em formato pdf, pode ser comprado preferencialmente pela Amazon. Você paga US$3 (três dólares) e faz o download na hora, ou então paga R$7 através de depósito bancário e recebe o arquivo assim que entrar o dinheiro. Mais detalhes aqui.
Sim, é uma nova experiência com esse brinquedinho virtual. Não, não estou esperando cem mil dowloads por dia, mas quero ver o que vai acontecer. Se puderem, divulguem em seus blogs e sites. Quem já leu e gostou, se puder também escreva sobre o que achou.
Aliás, se alguém conhece algum lugar no Brasil que faça esse serviço de intermediação que a Amazon faz, por favor, avise.
* * *
O projeto gráfico é do designer Ricardo Couto, que ganhou o concurso de design que promovi em agosto. Ele vai receber parte da renda do livro. Ricardo, muito obrigado.
O concurso, aliás, foi idéia de São Mauro Amaral, amigão e homem dos frilas na blogeira. Se não conhece o Carreira Solo, dê um pulo lá agora.
* * *
Quando ventilei a possibilidade de vender meus livros pela web, veio todo mundo falar em pirataria. Porra, espírito de porco tem limite. Não sou a Microsoft. Não ganho milhões com uma rentável indústria de e-books best-sellers.
Sou mais como um jornaleiro cego, com uma pilha de jornais e um copinho, torcendo para que meus bons fregueses peguem somente um jornal e deixem o dinheiro certinho.

É claro que não tenho como impedir ninguém de copiar e redistribuir o livro. Mas uma coisa é piratear a Microsoft ou a Sony Pictures pra evitar de pagar às vezes centenas de reais por um programa ou dezenas por um filme - não estou justificando, claro, pois seria apologia ao crime e não quero acabar como o Orkut, perseguido pelo Ministério Público. Mas outra coisa, bem diferente, é piratear um artista morto-de-fome pra não pagar três dólares.
No fim, fica por conta da consciência de cada um.
* * *
Se você acompanha esse blog e gosta do que eu escrevo, por favor, considere investir alguns trocados do seu suado dinheirinho no meu livro de contos. Você poderá se considerar um acionista da novíssima literatura brasileira.
E eu agradeço, emocionado.
Compre aqui.