|
|
|
Sunday, July 3, 2005
Pessoas-Que-Acreditam-em-CoisasEsse post ficará no topo do blog até domingo. Posts novos estarão abaixo desse. Auto-Definição de um Liberal Libertário LibertinoComo esse texto pode gerar respostas irritadas, acho melhor começar pelo consagrado hábito de definir as palavras. Primeiro, eu mesmo.Sou um cético libertário e me acho de mente aberta, sim senhor. Tenho certeza de que o universo, a natureza, o corpo humano, a asa de um besouro, tudo, enfim, são muito mais complexos do que podem imaginar nossas vãs ciências. Imagino que muitos dos fenômenos hoje incompreensíveis, inexplicáveis e sobrenaturais são regidos por leis tão naturais, explicáveis e compreensíveis como a lei da gravidade. Por isso, e por ser inatamente curioso, eu me deixo aberto a tudo. Visito as igrejas de quem me convida. Escuto as teorias de quem quiser contá-las. Leio sobre astrologia, catolicismo, medicina holística. Cresci em casa de espíritas e umbandistas e já vi e ouvi coisas que a vã ciência realmente não explica. Muito dessa minha experiência está descrita no conto A Falta que nos Fazem os Figos, um dos meus melhores trabalhos, em meu livro Onde Perdemos Tudo, disponível para download. Por outro lado, um amigo meu chamado Guilherme me ensinou uma lição que nunca esqueci: a explicação mais simples em geral é a verdadeira. Então, diante de uma pessoa que recebe um preto véio, qual é a explicação mais simples e mais provável? a) que existe um outro mundo invisível, povoado por bilhões de espíritos desencarnados, que eles entram em contato com o nosso mundo, andam entre nós sem ser vistos exceto por alguns poucos, etc etc etc Definição de Pessoas-Que-Acreditam-em-CoisasSerá que eu preciso mesmo explicar o que são pessoas-que-acreditam-em-coisas? Melhor explicar, pra não dar briga.Pra fins desse artigo, católicos e wiccans, holísticos e macumbeiros, astrólogos e cientólogos, estão todos em uma só categoria. Sei que dizer isso ofende basicamente TODAS as pessoas-que-acreditam-em-coisas, mas não vejo diferença alguma entre alguém que acredita em um negrinho de uma perna só que mora no redemoinho, em um biscoito de farinha que vira o corpo de alguém que morreu há dois mil anos, ou que a posição do planeta Netuno influencia nossas vidas. Eu sei que um judeu ortodoxo não poderia se imaginar mais diferente do que um matuto que acredita no curupira mas, pra fins desse artigo, eles são iguais. Alguém que só bebe cerveja não poderia ser mais diferente do que alguém que só bebe absinto, mas, do ponto de vista de um abstêmio, sinceramente, é tudo a mesma coisa. A classificação não é feita pra ser debochada ou injuriosa. Somente precisa. Se Você Diz, Eu AcreditoVamos então ao diálogo. O diálogo abaixo já se repetiu dezenas de vezes na minha vida, com pequenas variações.A pessoa-que-acredita-em-coisas me chama pra conversar. Sabe que sou uma mente aberta e libertária, blá blá, e quer me expor suas crenças. E eu, tolinho, aceito. A curiosidade sempre vence a experiência. Se não fosse isso, ninguém casava pela segunda vez. Primeiro, ela me conta qual sua verdade. Essa é a parte fácil. "Alexandre", ela diz, pegando em minha mão, muito séria, "existem elefantes roxos que flutuam." Eu não duvido nem desduvido. Emito um grunhido descompromissado e peço pra pessoa-que-acredita-em-coisas continuar. Nessa hora, a pessoa-que-acredita-em-coisas pega de novo em minha mão, me olha fundo nos olhos e praticamente implora: "Você acredita em mim, Alexandre?" Eu digo que não acredito nem desacredito, mas que acredito que ela acredita e quer o meu bem, então, por mim já está mais que bom. Algumas pessoas-que-acreditam-em-coisas nunca viram o seu elefante roxo flutuante. Outras afirmam conhecimento pessoal e direto: "Eu vi. Eu conheço os elefantes. Já flutuei com eles. Agora, você acredita em mim?" Respondo, pra não condenar prematuramente a conversa, que sim. Afinal, por muito menos testemunho que isso, os americanos proclamaram os irmãos Wright os pais da aviação: "Se você diz que existem elefantes roxos que flutuam e que você viu, eu acredito." Se fosse só assim, seria ótimo. Mas nunca é assim. Mas Como É Que Funciona?Quase sempre, eu estrago tudo fazendo uma pergunta. Nunca é uma pergunta-desafio. Não nessa etapa. É uma pergunta-curiosidade mesmo. Se eu estou sentado com uma pessoa-que-acredita-em-coisas, é porque quero entender sua visão de mundo.Então, eu pergunto: "Mas como o elefante flutua? Quer dizer, se você dissesse que ele voa, eu iria presumir que ele fica batendo suas asinhas freneticamente no ar como um beija-flor. Mas se ele flutua, como ele flutua? Será alguma coisa relacionada aos campos magnéticos?" Aí começam os gritos: "Eu sabia! Você se diz mente aberta mas não tem fé nos elefantes roxos que flutuam, fica aí questionando tudo com sua mente tacanha infectada por essa pseudo-ciência que nos enfiam goela abaixo na escola. Onde estava esse seu espírito crítico todo quando lhe ensinaram que as doenças são causadas por micróbios que ninguém vê?" "Não tenho nenhum amor pela ciência tacanha que nos enfiaram goela abaixo na escola. E não estou duvidando da existência dos elefantes roxos que flutuam. Se você me diz que viu, eu acredito. Mas só estava curioso pra saber o mecanismo através do qual eles flutuam." "Herege! Infiel! Descrente!" Eu não me conformo: "Mas você não teve nem um pouco de curiosidade? Você viu o elefante roxo flutuando e não parou pra se perguntar nem por um segundo como ele faz pra flutuar?" "Claro que não. Eu não sou um espírito pequeno como você, amarrado a essa pseudociência dos homens. O elefante roxo que flutua é sagrado. Ele só pode ser visto por pessoas que estão em sintonia com as forças elementais do universo. Ele flutua porque não saberia não-flutuar. Na verdade, não é ele que flutua, é o chão que não-flutua aos seus pés." Esse primeiro atrito ainda dá pra superar. Eu paro de fazer perguntas que a pessoa-que-acredita-em-coisas não sabe mesmo responder e ela se acalma. A próxima fase é que apresenta o conflito insuperável. Preciso Que Prometa Mudar sua VidaFinalmente, eu consigo convencer a pessoa-que-acredita-em-coisas de que sua palavra é suficiente para mim. Se ela diz que existem elefantes roxos que flutuam, então existem elefantes roxos que flutuam. Mas e daí?Pois é no "e daí" que a coisa se complica. Os elefantes roxos que flutuam não se limitam a existir. Eles sempre querem alguma coisa de nós. (Eu, por exemplo, bem acho que deus pode existir. Não vejo irracionalidade ou improbabilidade alguma em o big bang ter sido acionado por uma mão divina ou que uma mão divina tenha criado as espécies animais e os planetas, etc. A grande questão é outra: por que deveria eu viver de forma diferente só porque o universo foi criado por um ser divino e não por forças cósmicas aleatórias?) Então, meu interlocutor coloca de novo a mão sobre a minha (pessoas-que-acreditam-em-coisas também acreditam firmemente em contato físico) e diz: "Pois bem, Alexandre, já que você é uma mente cheia de luz que aceita a verdade cósmica dos elefantes roxos que flutuam, eu preciso te dizer que os elefantes roxos que flutuam revelaram para nós, os espíritos iluminados capazes de ver os elefantes roxos que flutuam, que a fonte de todo o mal na humanidade é usar camisetas brancas, aquelas básicas, de malha." "Hã, tipo Hering?" "Nem fale esse nome que você atrai más vibrações. Essa empresa é a maior incentivadora do mal no mundo." (Por algum motivo que me escapa, as pessoas-que-acreditam-em-coisas geralmente implicam com as palavras, dando a elas um poder que não têm. Como nos livros de Harry Potter, onde ninguém, a não ser o Harry, tem coragem de pronunciar o nome do vilão Voldemort. Naturalmente, essa cegueira só faz facilitar o renascimento do feiticeiro. Mais naturalmente ainda, os livros de Harry Potter são quase que unanimimente considerados pelas pessoas-que-acreditam-em-coisas como fortes incentivadores das forças diabólicas blá blá) Estamos chegando na parte complicada. A pessoa-que-acredita-em-coisas coloca a mão em cima da minha e diz: "Você acredita em mim?" "Sim", eu digo, como o rapaz bonzinho que sou. "Você acredita que eu só quero o seu bem, que só estou aqui com você (isto é, perdendo meu tempo falando com um descrente) porque acredito que você vale a pena, que você não veio a esse mundo por acaso, que você está pronto para receber a verdade que eles não querem que você saiba?" "Sim", eu respondo. (Quase sempre, é verdade. Eu tenho um canto especial no meu coração para as pessoas que acreditam sinceramente que eu vou pro inferno por toda a eternidade e fazem tudo o que podem pra evitar essa tragédia.) "Então, prometa que nunca mais irá usar camisetas brancas. Jamais. Para o seu próprio bem. Para o bem da sua alma." Pronto. Não há conversa com pessoa-que-acredita-em-coisas que não chegue inevitavelmente nessa fase. As pessoas-que-acreditam-em-coisas não estão satisfeitas com o respeito que você tem pela crença delas. As pessoas-que-acreditam-em-coisas não estão satisfeitas de você garantir que confia em suas palavras e que, bem, se dizem que viram elefantes roxos flutuantes, então é porque existem mesmo. Não, meus amigos. As pessoas-que-acreditam-em-coisas querem mudar a sua vida. E não se satisfazem com menos. E a MINHA vida seria muito mais simples se eu fosse capaz de colocar minha mão em cima da mão deles que está em cima da minha outra mão e dizer: "Sim!, claro!, claro que sim! Claro que vou mudar um hábito de toda uma vida só por causa de uma afirmação completamente não-fundamentada feita por um quase completo desconhecido. Como não?" Mas, raios, eu não consigo. Então, suavemente, respeitosamente, tomando o máximo de cuidado para enfatizar minha tolerância, eu digo: "Olha, eu não posso prometer isso, não." O pior é a surpresa sincera de sua indignação: "Mas como não? Você não ouviu tudo o que acabei de falar?!" "Ouvi, claro, mas-" "E, mesmo depois de ouvir tudo isso, como pode ainda assim dizer que continuará usando essas camisetas brancas de malha?" Sei que estou em território minado e que todas essas palavras serão jogadas na minha cara com ódio de qualquer jeito mas, para satisfazer minha consciência, tomo todo cuidado possível para ser extra-delicado e respeitoso: "Bem, acredito em você quando diz que viu os elefantes roxos flutuando, mas isso não significa que estou disposto a mudar minha vida por causa desse fato." E, com mais cuidado, eu acrescento: "Além disso, você não me deu nenhum motivo concreto para parar de usar camisetas brancas." (Reparem que eu não disse "motivo lógico". Para as pessoas-que-acreditam-em-coisas, a palavra "lógica" tem o mesmo efeito do que alho para vampiros. Confesso que também não gosto muito de lógica. As pessoas que invocam muito a lógica em geral estão querendo te engrupir. Mas pelo menos não tenho medo da palavra.) E continuo: "Você nem mesmo me explicou a relação entre os elefantes roxos que flutuam e as camisetas brancas. De que modo as camisetas brancas nos afetam negativamente? O que exatamente elas fazem? Afetam nossas vibrações? Roubam nossa energia? Atraem maus espíritos?" (Espero que a essa altura do campeonato vocês já tenham percebido que nada desse artigo é ficção. Todas as frases que estão aqui eu já ouvi trocentas vezes, de tudo quanto é pessoa-que-acredita-em-coisas, de astrólogos a wiccans. Essa próxima então é a minha preferida:) "Alexandre", diz o outro, com ar superior, "eu realmente não me rebaixaria a explicar, pra um homem da sua inteligência e da sua capacidade, o enorme poder nocivo das camisetas brancas." Eu coço a cabeça: "Recusa?" "Claro que recuso. É óbvio. Patentemente óbvio. Você só não vê porque não quer. Porque está com o coração endurecido. Porque, ao contrário do que pensa em sua imensa vaidade, sua mente está fechada a tudo que não se conforme à sua visão estreita de mundo. Porque está comprometido com a verdade DELES." É nesse ponto que fica patente a total inutilidade de conversar com pessoas-que-acreditam-em-coisas. Elas não querem que você escute suas crenças, ou que as respeite, ou mesmo que as aceite. Elas querem, sinceramente, a sua alma, e não se contentam com nada menos do que isso. Na verdade, como nunca passei desse estágio, nem sei se é apenas isso que querem. Pode ser que quando você lhes hipoteque sua alma, eles queiram ainda mais. Pode ser que quando você diga "sim, claro, nunca mais usarei camisetas brancas", eles já tenham outro pedido ainda mais despropositado pra fazer. Jamais saberei. Finalmente, abandono um pouco a diplomacia e tolerância que mantive até ali e tento esclarecer: "Desculpa, deixa eu ver se eu entendi direito. Você me vem com uma crença totalmente insensata de elefantes roxos que flutuam e espera que eu acredite nisso baseado somente na sua palavra. Ou seja, eu tenho que pesar, de um lado, toda a minha experiência de vida, tudo o que eu já observei e estudei e, do outro, somente você. Mesmo assim, contra qualquer lógica, eu escolho a sua palavra, apesar de você nunca se dar ao trabalho de nem mesmo tentar explicar como os elefantes ficaram roxos ou como flutuam. Então, você afirma que a existência de elefantes roxos flutuantes significa que camisetas brancas são malignas, mas em momento algum você nem tenta clarificar qual é a conexão lógica entre esses dois fatos aparentemente desconexos. Também não explica de que modo ou porque as camisetas brancas são malignas, por isso ser tão patentemente óbvio para qualquer ser pensante. Por fim, com base nessa cadeia de afirmações mais frágil do que um prédio do Sergio Naya, você pretende que eu abandone um hábito de uma vida inteira. É isso?" "Sim. Exatamente. Então, você promete?" Você Precisa Sentir Que Estou Falando a VerdadeEstamos chegando finalmente à minha grande dúvida sobre as pessoas-que-acreditam-em-coisas, a dúvida que motivou todo esse artigo.Quando digo que não vou mudar meus hábitos em função de suas crenças, as pessoas-que-acreditam-em-coisas ficam tão surpresas e indignadas que eu me pergunto: como reagem normalmente seus outros interlocutores? Será que sou o único que se recusa? A maioria das pessoas-que-acreditam-em-coisas (exceto as que estão em maioria, como cristãos no ocidente, etc) vive em um mundo repleto de pessoas-que-não-acreditam-nas-coisas-em-que-acreditam. E suponho que devem rotineiramente expor suas crenças para os descrentes, especialmente para os descrentes que amam, para aqueles que querem sinceramente salvar dos efeitos malignos das camisetas brancas e afins. E volto à dúvida: como é então que funciona isso? Será que sou o único que se recusa a mudar de hábitos? E as pessoas-que-acreditam-em-coisas respondem, tentando fazer eu me sentir culpado: "Você não entende, não é, Alexandre? Acha mesmo que eu me dou a tanto trabalho, que perco tanto tempo, com qualquer um? Estou aqui transmitindo essas verdades vitais pra você porque acho que você vale a pena, porque sei que você é um ser especial que foi colocado nesse planeta para cumprir uma missão única. Porque acreditei que entenderia." (Quase dá pra ouvir seu coração lentamente se despedaçando.) "Realmente não entendo." Eu respondo: "Você esperava sinceramente que eu largasse hábitos de toda uma vida... só porque você disse pra eu fazer isso? Baseado em quê? Você nem ao menos me deu qualquer tipo de razão." E a pessoa-que-acredita-em-coisas mais uma vez coloca sua mão sobre minha mão e afirma: "Baseado na sua intuição, na sua fé. Você tem que *sentir*, no seu âmago, que eu estou falando a verdade." "Pôxa", eu respondo, "a única coisa que estou sentindo é vontade de ir embora." Você Não Pode Estar Sinceramente nos Comparando a Eles!Estamos chegando no fim da conversa.A pessoa-que-acredita-em-coisas finalmente percebe que não vai conseguir mudar toda minha filosofia de vida ao longo de um único almoço. Então, fica puta, defensiva, ofendida. "Você é o pior tipo de cético, Alexandre. Você é o cínico que vaidosamente se considera cabeça aberta. Mas você nunca deu uma chance à verdade que tentei lhe transmitir. Já chegou com ouvidos moucos e coração endurecido." "Não é verdade. Eu te ouvi com o mesmo respeito e atenção que ouço as pessoas que acreditam em rinocerontes verdes subterrâneos, trutas vermelhas intergalácticas ou elefantes roxos flutuantes. Sei que são pessoas que acreditam sinceramente em suas crenças e que sinceramente querem o meu bem, então escuto com resp- Pronto. É exatamente nesse momento que eu alieno, irremediavel e inapelavelmente, todas as pessoas-que-acreditam-em-coisas: "Peraí, Alexandre, agora você está me agredindo. Você não pode sinceramente querer comparar a minha fé com a dessas pessoas que acreditam em rinocerontes verdes subterrâneos. Só fanáticos idiotas de uma seita xexelenta poderiam acreditam em uma superstição medieval sem nenhum embasamento como essa! Sobre os elefantes verdes flutuantes, por outro lado, já existe toda uma sabedoria acumulada, um cânone consagrado, milênios de estudos, um corpus de compêndios sapienciais, grandes exegetas e estudiosos, uma disciplina rigorosa de corpo e mente!" Eu suspiro: "O pessoal dos rinocerontes verdes subterrâneos fala a mesma coisa." "Sim, mas porque são uns fanáticos intolerantes que só enxergam sua própria superstição. Eu vou ficar ofendido se você der a entender, mais uma vez, que nós temos algo a ver com esses hereges dos rinocerontes verdes subterrâneos." "Bem, o pessoal dos rinocerontes verdes subterrâneos também chegou pra mim com a melhor das boas intenções, também me juraram que existem rinocerontes verdes subterrâneos, mas não explicaram como eles fazem pra viver debaixo do solo, e me alertaram para não usar camisas pólo azuis, mas não me explicaram nem porque elas fazem mal nem qual a relação delas com os rinocerontes verdes subterrâneos. Então, o que eu faço? Quem está com a razão?" "Olha só, Alexandre, se não vai falar sério, não dá pra conversar. Eu perdi uma tarde inteira pra te ajudar e você me vem com deboche. Você não pode estar sinceramente considerando que esses caras são sérios. Eles acreditam em rinocerontes verdes subterrâneos, pelo amor de deus. Uma coisa que não faz o menor sentido. Totalmente ridícula!" E ainda riem: "Onde já viu! Rinocerontes verdes subterrâneos!" Posfácio ExplicativoHesitei muito antes de escrever esse artigo.A verdade é que amo muitas pessoas-que-acreditam-em-coisas e elas também me amam. Todas as conversas que geraram material para o artigo acima foram atos de amor. De minha parte, tentando sinceramente entender essas pessoas-que-acreditam-em-coisas, e delas, tentando salvar minha alma ou me ajudar do melhor modo que estava a sua disposição. Pensei seriamente em engavetar esse artigo e jamais postá-lo - não conseguiria não escrevê-lo. Pra quê colocá-lo no ar? Serviria apenas para decepcionar e entristecer tantas pessoas que eu amo, tantas pessoas que sinceramente me admiram. Tantas pessoas que se sentiriam humilhadas, que achariam que estou caçoando delas, que lamentariam minha imaturidade emocional, e que sacudiriam suas cabeças pensando em como desperdiçaram horas de suas vidas tentando me fazer ver a verdade somente para, tsc tsc, eu fazer pouco delas em um artigo ridículo. A esses queridos amigos, eu peço perdão antecipado. Espero que entendam que eu não partilhar suas crenças ou não mudar minha vida em função delas não quer dizer, de modo algum, que eu não os ame ou que menospreze suas tentativas sinceras de me ajudar, de me melhorar, de me salvar. Do fundo do meu coração, eu agradeço. * * * Gostou desse texto? Então, faça um gesto de caridade impulsiva, entre em minha Lista de Presentes, me compre um livro do tamanho do prazer que lhe proporcionei e ajude um pobre blogueiro falido a continuar escrevendo. Ou, no mínimo, faça um post no seu blog e me ajude a trazer mais leitores pra ler essas bobagens.
|
Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambi�‹o, verdade e medo. Dê sua opinião!
Msn (melhor modo de falar comigo)
AmigosAllan Ana Anon Bel Beth Bia Branco Bruno Camila Carol Cinthia Dani Doni Diego F‡bio Fl‡via Harry Helder Ian Idelba Ina L� LŽo Lulu Marcela Marina Marmota Maur’cio Mauro Nemo Nituche Pablo Paula Paula, fiha de Tom, afilhada de Chico, neta de ZŽ Loiro Rafa Renata SergioLinksSobreSites - a empresa que crieiGuia de Blog - tudo sobre blogs Guia de Fotolog - tudo sobre fotologs Guia de Usabilidade - tudo sobre usabilidade Usability - minha empresa de consultoria Usabilidade & AI - design de intera�‹o Gatas do Flickr - fotos de belas mulheres Sublinhado - resenhas de livros e filmes Fotolog - minhas fotos Alex Castro - site pessoal Arquivo
Janeiro 2008
Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8% Di‡rio de Leituras 2007167. RisŽrio, Antonio. Utopia Brasileira e os Movimentos Negros, A. [Brasil, 2007] Dez.166. Nejar, Carlos. Hist—ria da Literatura Brasileira. Da Carta de Pero Vaz de Caminha ˆ Contemporaneidade. [Brasil, 2007] Dez. Ex. de divulg. 165. Williams, Eric. From Columbus to Castro. The History of the Caribbean. [Trinidad e Tobago, 1970] Dez. 164. Borges, Jorge Luis. Pr—logo con un Pr—logo de Pr—logos. [Argentina, 1974] Dez. 163. Borges, Jorge Luis. El Libro de Arena. [Argentina, 1975] Dez. 162. Sarlo, Beatriz. Borges, un escritor en las orillas. [Argentina, 1995] Dez. Internet 161. Freire, Paulo. Pedagogia do Oprimido. [Brasil, 168] Dez. 160. Omil, Alba. Cuatro Versiones del Mart’n Fierro. [Argentina, 1993] Dez. (TulBib) 159. Estrada, Ezequiel Mart’nez. Muerte y Transfiguraci—n de Mart’n Fierro. [Argentina, 1948] Dez. (TulBib) 158. Alposta, Luis. La Culpa en Mart’n Fierro. [Argentina, 1998] Dez. (TulBib) 157. Lesser, Jeffrey. A Negocia�‹o da Identidade Nacional. (Negotiating National Identity. Immigrants, Minorities, and the Struggle for Ethnicity in Brazil.) [EUA, 1999] (TulBib.) Dez.1 156. Rebelo, Marques. A Estrela Sobe. [Brasil, 1939] Dez.1 155. Nuez, Iv‡n de la. Fantasia Roja. Los Intelectuales de Izquierda y la Revoluci—n Cubana. [Cuba, 2006] 154. Evaristo, Concei�‹o. Ponci‡ Vic�ncio. [Brasil, ?] Presente da autora. Nov.20- 153. Carpentier, Alejo. El Siglo de Las Luces. [Cuba, 1962] Nov.20-25 152. Hernandez, JosŽ. La Vuelta de Martin Fierro. [Argentina, 1879] Nov 151. Borges, Jorge Luis. El Martin Fierro. [Argentina, 1950] Nov. (TulBib) 150. Farinas, Lucila. Las Dos Versiones de Cec’lia ValdŽs: Evoluci—n Tem‡tico-Literaria. [EUA, 1979] ILL 149. Trelles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. (Racismo ˆ Brasileira: Uma Nova Perspectiva Sociol—gica) [EUA, 2004] Nov. 148. Borges, Jorge Luis. El Informe de Brodie. [Argentina, 1970] Nov. 147. Suassuna, Ariano. O Auto da Compadecida. [Brasil, 1955] Nov.2. 146. Barrenechea, Ana Maria. La Expression de La Irrealidad en la Obra de Borges. [Argentina, 1967] Nov. 145. Borges, Jorge Luis. El Hacedor. [Argentina, 1950] Out. 144. Borges, Jorge Luis. El Otro, El Mismo. [Argentina, 1964] Out. 143. Cadena, Marisol de la. Indigenous Mestizos. The Politics of Race and culture in Cuzco, Peru, 1919-1991. [EUA, 2000] Out. 142. Moura, Clovis. As Injusti�as de Clio: O Negro na Historiografia Brasileira. [Brasil, 1990] Out. (TulBib) 141. Gorender, Jacob. A Escravid‹o Reabilitada. [Brasil, 1990] Out. (TulBib) 140. Grandin, Greg. The Blood of Guatemala. A History of Race and Nation. [EUA, 2000] Out. 139. Borges, Jorge Luis. Otras Inquisiones. [Argentina, 1952] Out. 138. Lacombe, AmŽrico Jacobina & outros. Rui Barbosa e a Queima dos Arquivos. [Brasil, 1988] Out. (ILL) 137. Graham, Sandra Lauderdale. Prote�‹o e Obedi�ncia: Criadas e seus Patr›es no Rio de Janeiro, 1860-1910.[EUA, 1992] Out. 12 (TulBib) 136. Martinez-Alier, Verena. Marriage, Class and Colour in Nineteenth-Century Cuba. A Study of Racial Atittudes and Sexual Values in a Slave Society. [Reino Unido, 1974] Out.10 (TulBib) 135. Graham, Richard. (org) The Idea of Race in Latin America, 1870-1940. [EUA, 1990] Out.8 (TulBib) 134. Rodrigues, Nelson. O Beijo no Asfalto. [Brasil, 1961] Out.10 133. Hernandez, JosŽ. El Gaucho Martin Fierro. [Argentina, 1872] Out.9 (TulBib) 132. Caminha, Adolfo. O Bom-Crioulo. [Brasil, 1895] Out.131. Caminha, Adolfo. No Pa’s dos Ianques. [Brasil, 1894] Out. (TulBib) 130. Mendes, Leonardo. O Retrato do Imperador. Negocia�‹o, Sexualidade e Romance Naturalista no Brasil. [Brasil, 2000] Out. (TulBib) 129. Azevedo, S‰nzio. Adolfo Caminha, Vida e Obra. [Brasil, 1999] Out. (TulBib) 128. Nuez, Ivan de la. La Balsa Perpetua. Soledad y Conexiones de la Cultura Cubana. [Cuba, 1998] Out. (TulBib) 127. Borges, Jorge Luis. El Aleph. [Argentina, 1949] Set. 126. Smorkaloff, Pamela Maria. (org) Cuban Writers On and Off the Island. Contemporary Narrative Fiction. [EUA, 1999] Set. (TulBib) 125. Bueno, Salvador. (org) Costumbristas Cubanos del Siglo XIX. [Cuba, 1800-1900] Set. (TulBib) 124. Fornet, Ambrosio. El Libro en Cuba. [Cuba, 1994] Set. 123. De La Torriente, Lol—. La Habana de Cecilia Valdes. Siglo XIX. [Cuba, 1946] Set. (TulBib) 122. Jensen, Larry. Children of COlonial Despotism. Press, Politics and Censure in Cuba, 1790-1840. [EUA, 1988] Set. (TulBib) 121. Artalejo, Lucrecia. La M‡scara y el Mara–on. La Identidad Nacional Cubana. [EUA, 1991] Set. (TulBib) 120. Smorkaloff, Pamela Maria. Readers and Writers in Cuba. A Social History of Print Culture, 1830s-1990s. [EUA, 1997] Set. (TulBib) 119. Rojas, Rafael. Un Banquete Can—nico. [Cuba, 2000] Set. (TulBib) 118. Borges, Jorge Luis. Ficciones. [Argentina, 1941] Set 117. Cabrera Infante, Guillermo. Tres Tigres Tristes. [Cuba, 1967] Set. (TulBib) 116. Borges, Jorge Luis. Historia de la Eternidad. [Argentina, 1936] Set. (TulBib) 115. Dias Gomes, Alfredo. O Pagador de Promessas. [Brasil, 1960] Set. 114. Arenas, Reinaldo. El Portero. [Cuba, 1990] Set. (TulBib) 113. Borges, Jorge Luis. Historia Universal de la Infamia. [Argentina, 1935] Set. 112. Barash, David & Judith Eve Lipton. The Myth of Monogamy. Fidelity and Infidelity in Animals and People. [EUA, 2001] Set. 111. Borges, Jorge Luis. Fervor de Buenos Aires. [Argentina, 1923] Ago.30 (TulBib) 110. Borges, Jorge Luis. Luna de Enfrente. [Argentina, 1925] Ago.30 (TulBib) 109. Borges, Jorge Luis. Cuaderno San Mart’n. [Argentina, 1925] Ago.30 (TulBib) 108. Borges, Jorge Luis. Discusi—n. [Argentina, 1932] Ago.30 (TulBib) 107. Castro, Ruy. O Anjo Pornogr‡fico. A Vida de Nelson Rodrigues. [Brasil, 1992] Ago. (TulBib) 106. Rodrigues, Nelson. Vestido de Noiva. [Brasil, 1941] Ago. (TulBib) 105. Mankell, Henning. Side-Tracked. [SuŽcia, 1995] Ago. 104. Garcia-Roza, Luiz Alfredo. Berenice Procura. [Brasil, 2005] Ago. 103. Carri—n, Miguel de. Las Honradas. [Cuba, 1919] Ago.- 102. Garcia-Roza, Luiz Alfredo. Espinosa sem Sa’da. [Brasil, 2006] Ago.11 101. Rowling, J.K. Harry Potter and the Deathly Hallows. [Reino Unido, 2007] Jul.21-22 100. Diamond, Jared. Colapso. Como as Sociedades Escolhem o Fracasso ou o Sucesso. [EUA, 2005] Jun. 99. Collazo, Miguel. El Arco de Belen. [Cuba, 1975] Jun.25 98. Collazo, Miguel. Onoloria. [Cuba, 1973] Jun.25 97. Cairo, Ana. BembŽ para Cimarrones. [Cuba, 2005] Jun.25 96. Nov‡s Calvo, Lino. Pedro Blanco, El Negrero. [Cuba, 1933] Jun.24-25 95. Leante, Cesar. Los Guerrilleros Negros. [Cuba, 1975] Jun.22-23 94. Heredia, Nicol‡s. Un Hombre de Negocios. [Cuba, 1881] Jun.21 93. Palma, Ramon de. El Colera en la Habana. [Cuba, ] Jun.18- 92. Medina, Trist‡n Jesus de. Mozart Ensayando su Requien. [Cuba, 1881] Jun.20 91. Ramos, JosŽ Antonio. Caniqu’. [Cuba, 1936] Jun.18-20 90. Gonzalez, Reynaldo. Contradanzas y Latigazos. [Cuba, 1983] Jun.17-19 89. Padura Fuentes, Leonardo. La Novela de Mi Vida. [Cuba, 2001] Jun.17-19 88. Barnet, Miguel. Canci—n de Rachel. [Cuba, 1969] Jun.16-17 87. Palma, Ramon de. Una Pascua en San Marcos. [Cuba, ] Jun.14 86. Gonzalez del Valle, JosŽ Zacarias. La Vida Liter‡ria en Cuba. (1836-1840) [Cuba, 1840] Jun.14 (BNJM) 85. Meza, Ram—n. Carmela. [Cuba, 1887] Jun.12-14 84. Lizaso, Felix. Domingo del Monte: Origen y Formacion. [Cuba, 1947] Jun.11 (BNJM) 83. Soto Paz, Rafael. La Falsa Cubanidad de Saco, Luz y Del Monte. [Cuba, 1941] Jun.11 (BNJM) 82. Villaverde, Cirilo. Cecilia Valdes. 2» Vers‹o. [Cuba, 1839] Jun.11 (BNJM) 81. Barnet, Miguel. Biografia de un Cimarr—n. [Cuba, 1966] Jun.9-20 80. Meza, Ram—n. Mi Tio, El Empleado. [Cuba, 1887] Jun.9-11. 79. Sosa, Enrique. La Economia en la Novela Cubana del Siglo XIX. [Cuba, 1978] Jun.6 (BNJM) 78. Padura Fuentes, Leonardo. Adios, Hemingway & La Cola de La Serpiente. [Cuba, 2000] Jun.8 77. Villaverde, Cirilo. El Guajiro. [Cuba, 1842] Jun.4-8 76. Villaverde, Cirilo. Cecilia Valdes. 1» Vers‹o. [Cuba, 1839] Jun.2 75. Villaverde, Cirilo. Di‡rio del Rancheador. [Cuba, 1843] Jun.1-8. 74. Portuondo, JosŽ Antonio. (org.) Hist—ria de La Literatura Cubana. Tomo I. La Colonia: Desde los Origenes hasta 1898. [Cuba, 2002] Mai.30-Jun.3 73. Morillas, Pedro JosŽ. El Ranchador. [Cuba, 1839] Mai.30 72. GuillŽn, Nicol‡s. Del Alto Norte El P‡jaro Sangriento. [Cuba, c.1930-1960] Mai.28 71. Calcagno, Francisco. Romualdo, Uno de Tantos. [Cuba, 1869] Mai.27-28 70. Carpentier, Alejo. Tientos y Diferencias. [Cuba, 1974] Presente da Isabel 69. Bremer, Fredrika. Cartas Desde Cuba. [SuŽcia, c.1850] Maio. Presente da Isabel. 68. Baker, Christopher. Cuba. [EUA, 1996] Maio. 67. Doggett, Scott et al. Lonely Planet Havana. Revolution, Rumba & Rum.[Reino Unido, 2004] Maio. 66. McAuslan, Fiona et al. The Rough Guide to Cuba. [Reino Unido, 2006] Maio. 65. Simenon, Georges. Maigret Right and Wrong. [Fran�a, 1958] Maio. 64. Ortiz, Fernando. Contrapunteo Cubano del Tabaco y el Azucar. [Cuba, 1940] Maio. (TulBib) 63. Ribeiro, Albano Martins. Os Melhores (E TambŽm Alguns dos Piores) Textos de Branco Leone. [Brasil, 2007] Abr. 62. Lindsay, Jeff. Dearly Devoted Dexter. [EUA, 2005] Abr. 61. Sarduy, Pedro Perez. Las Criadas de Habana. [Cuba, 2002] Mai. (TulBib.)
60. Fuentes, Leonardo Padura. La Neblina del Ayer. [Cuba, 2005] Mai. (TulBib.)
59. Callado, Antonio. Bar Don Juan. [Brasil, 1974] Abr. (TulBib.) 58. Becker, Gavin de. Fear Less: Real Truth About Risk, Safety, and Security in a Time of Terrorism. [EUA, 2002] Abr. 57. Farias, Za’ra Ary. Domesticidade: "Cativeiro" Feminino? [Brasil, 1983] Abr. ILL 56. Zizek, Slavoj. How to Read Lacan [Eslov�nia, 2007] Abr. 55. Chomsky, Aviva, ed. The Cuba Reader. History, Culture & Politics. [EUA, 2003] Abr.- 54. Fuentes, Leonardo Padura. Paisaje de Oto–o. [Cuba, 1999] Abr. (TulBib.) 53. Gutierrez, Pedro Juan. Trilogia Suja de Havana. [Cuba, 1998] Abr. (TulBib.) 52. Azevedo, Alu’sio. A Condessa VŽsper. [Brasil, 1882] Abr. (TulBib) 51. BerubŽ, Michael. What's Liberal About the Liberal Arts? Classroom Politics and "Bias" in the Classroom. [EUA, 2006] Emp.Id. Abr. 50. Chalhoub, Sidney. Machado de Assis, Historiador. [Brasil, 2003] (ILL) Mar.- 49. Kaufman, Tania. A Aventura de Ser Dona-de-Casa. (Dona-de-Casa x Empregada) Um Assunto SŽrio Visto com Bom Humor. [Brasil, 1975] (ILL) Mar. 48. Fran�a, Jean Marcel Carvalho. Imagens do Negro na Literatura Brasileira (1584-1890). [Brasil, 1998] (ILL) Mar. 47. Conforto, Mar’lia. Faces da Personagem Escrava. [Brasil, 2001] (ILL) Mar. 46. Weil, Simone. Simone Weil. An Anthology. [Fran�a, c.1940] Mar.16-18 (TulBib.) 45. Weil, Simone. Opression and Liberty. [Fran�a, c.1935] Mar.15-16 (TulBib.) 44. Costa, Fernando Braga. Homens Invis’veis. Relatos de uma Humilha�‹o Social. [Brasil, 2004] Mar.14-18 (TulBib.) 43. Biajoni, Luiz. Virginia Berlim. [Brasil, 2007] Mar. 42. Matory, J. Lorand. Black Atlantic Religion: Tradition, Transnationalism, and Matriarchy in the Afro-Brazilian Candomble. [EUA, 2005] Mar. 41. Fraginals, Manuel Moreno. Cuba/Espa‹na, Espa–a/Cuba. Hist—ria Comun. [Cuba, 1995] Mar.15- 40. Fuentes, Leonardo Padura. M‡scaras. [Cuba, 1997] Mar. (TulBib.) 39. Fuentes, Leonardo Padura. Vientos de Cuaresma. [Cuba, 1994] Mar. (TulBib.) 38. Fuentes, Leonardo Padura. Pasado Perfecto. [Cuba, 1993] Mar. (TulBib.) 37. Carpentier, Alejo. Ecue-Yamba-î. [Cuba, 1933] Mar. (TulBib.) 36. Horkheimer, Max e Theodor Adorno. Dialectic of Enlightenment. Philosophical Fragments. [Alemanha, 1944] Fev.- (TulBib) 35. Santos, Ely Souto dos. As DomŽsticas. Um Estudo Interdisciplinar da Realidade Social, Pol’tica, Econ™mica e Jur’dica. [Brasil, 1983] Fev. (TulBib) 34. GutiŽrrez, Ana. Se Necesita Muchacha. [Peru, 1973] Fev.- (TulBib) 33. Lindsay, Jeff. Darkly Dreaming Dexter. Fev.13 [EUA, 2004]32. Bechdel, Alison. Fun Home. A Family Tragicomic. Fev. [EUA, 2006] 31. Cowley, Robert. (ed) What If? The World's Foremost Military Historians Imagine What Might Have Been. [EUA, 1999] Fev. Emp. Roberto 30. Su‡rez y Romero, Anselmo. Francisco. El Ingenio o Las Delicias del Campo. [Cuba, 1838] Fev. (TulBib) 29. Chapeaux, Pedro Deschamps. El Negro en el Periodismo Cubano en el Siglo XIX. [Cuba, 1963] Fev. (TulBib) 28. Zambrana, Antonio. El Negro Francisco. Novela de Costumbres Cubanas. [Cuba, 1873] Fev.16 (TulBib) 27. Lajolo, Marisa e Regina Zilberman. A Leitura Rarefeita. Livro e Literatura no Brasil. [Brasil, 1991] Fev.23 (TulBib) 26. Lajolo, Marisa e Regina Zilberman. A Forma�‹o da Leitura no Brasil. [Brasil, 1996] Fev.24 (TulBib) 25. Zilberman, Regina. EstŽtica da Recep�‹o e Hist—ria da Literatura. [Brasil, 1989] Fev.22 (TulBib) 24. Saraiva, Antonio JosŽ. Inicia�‹o ˆ Literatura Portuguesa. [Portugal, 1949] Jan. (presente) 23. Zizek, Slavoj. Eles N‹o Sabem o que Fazem: o Sublime Objeto da Ideologia. [Eslov�nia, 1989] Fev. (Emprestado do Idelber) 22. Zizek, Slavoj. Bem Vindo ao Deserto do Real. [Eslov�nia, 2002] Fev. (Emprestado do Idelber) 21. Kofes, Suely. Mulher, Mulheres: Identidade, Diferen�a e Desigualdade na Rela�‹o entre Patroas e Empregadas. [Brasil, 2001] Fev. (TulBib) 20. Marina W. N‹o Sou Uma S—: O Di‡rio de uma Bipolar. [Brasil, 2006] Jan. 19. Dias, Antonio Gon�alves. Primeiros Cantos. [Brasil, 1846] Jan. (TulBib) 18. Noll, Jo‹o Gilberto. Hotel Atl‰ntico. [Brasil, 1989] Jan. (TulBib) 17. Telles, Lygia Fagundes. As Meninas. [Brasil, 1973] Jan. (TulBib) 16. Cam›es, Luis Vaz de. Os Lus’adas. [Portugal, 1572] Jan. 15. Vieira, Antonio. Serm‹o da SexagŽsima. Serm‹o pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as da Holanda. [Brasil, sŽc.XVII] Jan. (TulBib) 14. Jo‹o do Rio. A Profiss‹o de Jacques Pedreira. [Brasil, 1911] Jan. (TulBib) 13. Galv‹o, Patr’cia. Parque Industrial. [Brasil, 1933] Jan. (TulBib) 12. Lispector, Clarice. A Paix‹o Segundo G.H. [Brasil, 1964] Jan. 11. Callado, Antonio. Quarup. [Brasil, 1968] Jan. (TulBib) 10. Drummond, Roberto. Sangue de Coca Cola. [Brasil, 1980] Jan. 9. Saramago, JosŽ. A Jangada de Pedra. [Portugal, 1986] Jan. 8. C‰ndido, Antonio. Literatura e Sociedade. [Brasil, 1973] Jan. 7. Barbosa, Fernando Cordeiro. Trabalho e Resid�ncia. Estudo das Ocupa�›es de Empregada DomŽstica e Empregado de Edif’cio a Partir de Migrantes Nordestinos. [Brasil, 2000] Jan. (TulBib) 6. Reis, Maria Firmino dos. òrsula. [Brasil, 1859] Jan. 5. Lee, James F. et al. Making Communicative Language Teaching Happen. [EUA, 2003] Jan. 4. Gama, Bas’lio da. O Uraguai. [Brasil, c.1769] Jan.4 3. King, Stephen. Cell. [EUA, 2006] Dez.30- (audio) 2. Jameson, Fredric. P—s-Modernismo: a L—gica Cultural do Capitalismo Tardio. [EUA, 1990] Dez.29-Jan. (PucBib) 1. Veloso, Caetano. Verdade Tropical. [Brasil, 1997] Dez.26-Jan. (PucBib)
8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email
Ao me enviar email ou comentar no LLL, voc� est‡ automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endere�o. Pense bem.
|